sábado, 14 de abril de 2012

Carta de John Kennedy

“Senhoras e Senhores,

A palavra “segredo” é repugnante numa sociedade livre e aberta, e nós opomo-nos inerente e historicamente às sociedades secretas,juramentos e procedimentos secretos.

Opor-nos-emos em qualquer parte do mundo a conspirações monolíticas e rudes que sigilosamente vão expandindo as suas esferas de influência.

Em infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de eleição, em intimidação em vez de liberdade de escolha.

É um sistema que tem aprisionado pessoas e coisas, as teias bem construídas numa máquina suprema e eficiente que combina militares, diplomacia, inteligência, economia, política, ciência e operações políticas.

As suas tarefas são escondidas, não publicadas. Os seus erros são enterrados, e não divulgados.

Os desacordos são silenciados, não orientados. Nenhuma despesa é questionada, nenhum segredo é revelado.

Essa foi a razão pela qual o legislador Grego Sólon considerou CRIME a qualquer cidadão que se acovarde perante uma discussão.

Estou pedindo ajuda numa tremenda tarefa de informar e alertar o povo americano.
Creio que com a sua ajuda as pessoas serão aquilo que nasceram para ser livre e independentes.”

John Kennedy, dias antes de ser assassinado



Quem não lembra destas cenas?




























Impossível esquecer, né?


Dias antes de sua morte ele havia escrito esta carta que talvez tenha lhe custado a vida. Se ele sabia que poderia ser assim? Claro que devia saber, mas não se rendeu.
A trágica cena do desfile presidencial em 22 de novembro de 1963, gravada no estado de Dallas por um cinegrafista amador, revelou que a morte de John Kennedy revela segredos e mistérios até hoje especulados pelo público em geral.
Vamos recapitular alguns fatos estranhos:

1) Havia no local dois assassinos, não um como foi revelado pela mídia.
O presidente foi atingido por um tiro na parte frontal da cabeça. Contudo, o assassino oficial estava posicionado atrás da limusine quando foi dado o primeiro disparo, sugerindo que o tiro foi disparado por outra pessoa. Uma hora após o crime, Lee Harvey Oswald foi preso com a arma que matou o presidente e confessou o crime, impossibilitando a confirmação dessa teoria.

2) Dois dias depois, Lee foi encontrado morto em uma garagem da polícia, por alguém que se dizia vingador da morte do presidente.

3) Bowers Jr. disse que viu o desfile presidencial em Dallas e avistou dois homens armados atrás de uma cerca. Segundo Bowers, os suspeitos fugiram após o tiro que tirou a vida de Kennedy. Ninguém deu crédito ao seu depoimento  e 3 anos mais tarde ele morreu em um estranho acidente de carro.

4) O deputado Hale Boggs discordou publicamente da teoria da existência de apenas um atirador. Ele afirmou que estava sendo pressionado pelo FBI para mudar de ideia. O deputado desapareceu misteriosamente junto com o avião no qual viajava para o Alasca, e jamais foi encontrado. Boggs fazia parte da Comissão Werren, responsável pela investigação do assassinato de Kennedy.

5) Gary Underhill declarou que alguns de seus colegas estavam envolvidos na morte do presidente Kennedy. Gary era um agente da CIA e foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma arma automática na mão esquerda. Gary era destro.
Bem, isso sem contar com as tantas mortes misteriosas na família Kennedy.


Carma? Destino? Conspiração? A mesma conspiração que ele próprio citou na carta?
Talvez nunca tenhamos respostas para tantos mistérios, mas podemos ficar mais atentos ao que acontece a nossa volta. Talvez essa seja a primeira condição para sairmos da impotência.